Resultado das 15 canções classificadas para apresentação do II FESTIVAL
DA CANÇÃO UNIFESP – dia 08 de novembro, a partir das 18h30, Anfiteatro
Adamastor Pimentas – Campus Guarulhos
Segue a listagem final por ordem alfabética a partir dos títulos das canções:
ALMA DE HERÓI (Felipe Nagô)
São Paulo
Ar (Jéssica Barreto)
Ar (Jéssica Barreto)
São Paulo
CIDA NA
CIDADE (Camila Trindade, Gabriel Kian, Júlio Bevenuto) – Banda 4° Feira de
Cinzas
Embu das Artes
São Paulo
DO BOSSA PRO MUNDO (Guilherme Garboso) Banda: Os Rélpis
Araraquara
ILUSTRE DESCONHECIDO (Anderson Porto Velho)
Guarulhos
MENINO DE
RUA NÃO É CARACOL (Luiz Xavier/José Simões)
Osasco
NÓ (Diego Casas/Giovanni Iasi)
Campinas
LENDA QUE
NÃO QUERO CONTAR (Karina Nanini)
São
Paulo
LIDA
(José Carlos Lima/ Luiz Claudio Soares)
Guarulhos
LIBERTAR
PRA APRENDER (Marcos Viegas) - VIEGAS
São Paulo
MENINA
SIMPLÓRIA (Glória Gaia)
Guarujá.
NECRÓPOLE
(Beto Bellini/ Cleo Custódio) - Banda Museu do Esquecimento
Guarulhos/Porto Ferreira
PEITO
VAZIO (Cleiton Ferreira)
Santo
André
QUANDO TE
VEJO (Matheus Pezzotta) - Quinteto Outono Brasileiro
São
Roque
Fire Gun (Ivan Santos)
Guarulhos
Lucas Estanislau (Veneno)
Jarinu
Lucas Estanislau (Veneno)
Jarinu
3 comentários:
Me tira uma dúvida. O estilo precisa ser MPB? Pq pelos nomes das canções aprovadas parece ser
MPB o estilo.
Calma, gente!
Observando os títulos, de fato pode-se inferir que estes estão mais próximos da chamada "MPB". Mas quanto a isso só queria deixar duas considerações: a delimitação em gêneros musicais é algo extremamente discutível, especialmente se a gente fala de um termo como MPB (algo que passou por uma apropriação mercadológica e engloba coisas absolutamente distintas, desde Edu Lobo e Xangai a Ana Carolina e Cássia Eller). Segundo ponto: fica difícil realmente inferir o gênero musical só pelo título, né galera. Beleza, "Nó", "Da Bossa ao Mundo" e "Cida na Cidade" remetem a MPB, mas isso não garante nada. Nunca ouvi essas músicas! E outras como "Solidão" e "Necrópole" muito bem poderiam ser de alguma banda de rock, rap ou algo do tipo (eu inclusive já vi bandas de metal com músicas de nome semelhante).
Enfim, meu trabalho também não foi selecionado, mas acho que não deveríamos emitir juízos quanto a organização do Festival sem sequer ouvirmos as músicas ou comparecermos no evento. E se eu tô vindo aqui falar isso é porque defendo a galera que assume essa responsabilidade de tentar criar meios de divulgação de novas músicas. Quem tá no ramo de fazer música própria sabe o quanto é difícil encontrar lugares em que se possa tocar e ser ouvido. Então criticar pessoas que tentam fazer alguma coisa a respeito com base em critérios absolutamente subjetivos e rasos acho que só desgasta a organização e desmotiva mais pessoas a tomarem a coragem de organizar eventos deste tipo.
Então, people, take it easy! É com a união que a gente transforma! =]
Prezados,
Entendo os questionamento feitos, pois, é comum a primazia da MPB em festivais. O presente projeto desde o início nasceu como uma proposta plural, muito embora ela não deve ser lida como uma obrigatoriedade de que todos os estilos presentes na triagem sejam contemplados para a apresentação. Infelizmente 100 canções tiverem de ser desconsideradas para que felizmente 15 pudessem ser classificadas; Sem dúvida isso significou uma tarefa dura para a comissão avaliadora, pois, em muitos casos a diferença foi mínima.
Mas para além da diversidade de estilos e gêneros a nossa proposta mira, também, valorizar as distintas manifestações culturais ou visões de mundo a fim de proporcionar um campo de troca de experiência para músicos e interessados em arte. Por isto, a ideia é essa reunir amadores e profissionais - de diversos lugares. A meu ver quem ganha com isto é o público - não só da universidade, mas também da região do campus. Quem quiser ver um pouco dessa bagunça boa pode clicar nos links aqui do blog intitulados " Canções Premiadas - vídeos e fotos" ou no "Outras canções - fotos e vídeos". O ano passado, o primeiro lugar foi para um baião, mas tivemos rock, samba e o que se convencionou chamar de MPB. Esse ano será diferente, mas sem dúvida tão bom quanto. Estão todos convidados a apreciar.
Um abraço,
Paulo Antunes
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